Nossa publicação chegou!

É com grande orgulho que apresentamos a trajetória do Mulheres da Ideia ao Projeto, desde a seleção das participantes, palestras, desenvolvimento da ideia ao fechamento do projeto, registrada no nosso livrinho. Ele também está disponível em todas as bibliotecas públicas do país. Não deixe de Ler!

http://issuu.com/mileumaimagens/docs/carro_das_mulheres/1

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Impressões

O que foi participar do Mulheres – Da ideia ao Projeto, uma experiência de produção compartilhada

“Foi maravilhoso estar com essas mulheres, todas essas mulheres guerreiras, que acordam cedo pra caramba, trabalham, têm família e milhares de funções. Fazer um projeto com tantas mulheres maravilhosas e com tantas ideias foi super enriquecedor. Agradeço a todas vocês e, com certeza, nós participaremos de outros projetos.”
Raquel

“Eu fui agraciada com o convite para o projeto. Foram momentos de alegria que testaram a minha
capacidade de fazer, de cooperar, de ter elementos para contribuir. Eu sempre trabalhei sozinha e
isso foi uma experiência muito grande e muito boa, porque eu consegui criar, junto com pessoas com
níveis de conhecimento diferentes, coisas maravilhosas.”
Heloísa

“Todos foram importantes para que o projeto acontecesse. As palestras serviram para construir, para
tirar dúvidas e para instigar a gente a produzir. Gostei de ter participado e espero que a gente
continue e que dê tudo certo.”
Aline

“Já no primeiro encontro eu ouvi o termo generosidade intelectual e isso nos guiou nesse processo de
produção da série. A experiência de criar colaborativamente com outras mulheres, que têm a sua
história e que chegaram até aqui com fatos tão relevantes e tão diferentes umas das outras, foi o
maior aprendizado de todos. Eu agradeço muito aos realizadores do projeto e também aos
patrocinadores que acreditaram nesse projeto. Acho que foi muito válido e acredito que é dessa
maneira que a gente consegue encontrar soluções inovadoras para o conteúdo audiovisual.”
Paula

“Eu acho que o que a gente se propôs a fazer foi muito ambicioso, porque pegar 21 mulheres para em
conjunto criarem um conceito, chegarem a uma personagem ou a um acordo sobre o que que nós iríamos
falar e como, sobre vários pontos de vista e num espaço muito pequeno de tempo, é um desafio. E eu
acho que ele foi bem cumprido. O que nós fizemos no tempo que nos foi dado foi muito bem feito.”
Bárbara

“Eu fiquei feliz de ver a diversidade de mulheres, a diversidade de ideias e a primeira visão que eu
tive foi: isso vai ser muito difícil de fazer, porque são muitas mulheres diferentes, muitas cabeças
diferentes, muitas visões diferentes, mas eu acreditei. Acreditei que era possível fazer uma coisa
legal e a impressão que eu tive de todo o processo é que a gente só começou uma história, que ainda
tem muito a ser feito. A gente não está finalizando um processo a gente estar startando um processo
que tem uma premissa que eu admiro muito que é a generosidade intelectual, a gente estar dispondo o
nosso conhecimento, a nossa forma de ver as coisas, a nossa forma de construir as coisas umas para
as outras e elaborando junto, isso é a coisa que mais me atrai. Eu acho que a  gente tem as graças,
os sabores e os dissabores de estar fazendo uma coisa pela primeira vez.”
Danyella

“Desde o início eu acreditei no projeto. Acho que nós estamos dando um start bem legal. Gostei muito
de conhecer essas outras mulheres, com as quais eu me identifiquei bastante. Eu me sinto contemplada
dentro do projeto e o meu desejo é que continue.’
Ana Paula

 

“Eu adorei fazer parte desse projeto. Acho que a gente tem de pensar em uma continuidade, porque
agora que a gente se juntou, vai ser difícil de separar.”
Ana Claudia Okuti

“Esse projeto pra mim foi muito importante pois eu nunca foi uma pessoa de pegar uma ideia e
formalizar um projeto. Estar aqui foi diferente de estar em outros lugares, pois eu estava junto de
pessoas capazes, de mulheres muito inteligentes, que estavam somando forças.”
Thaís

“Adorei o curso e achei super interessante a ideia, do nome inclusive. E que nós possamos nos
encontrar outras vezes e que não só possamos produzir esse projeto da série de TV como outros.”
Rafaela Baia

“Um mês, todos os dias, de segunda a sábado. Tendo essa experiência de ficar com as meninas e essa
oportunidade de participar, espero que o projeto ande, seja um projeto bem comentado e que dê belos
frutos.”
Daniella Euzébio

“Adorei o convite, fiquei feliz, achei interessante compartilhar com 20 mulheres experiências no
audiovisual e criar junto com todo mundo uma coisa nova que é essa série de TV. As discussões em
grupo foram maravilhosas. Cada uma colocando as suas experiências, uma complementava a outra, porque
cada uma tem uma vivência diferente. Achei a ideia de produção compartilhada uma coisa pioneira,
essa questão de criarmos juntas.”
Manuelle

“A minha avaliação desse encontro que foi uma experiência única, singular. Poder estar junto com
essas meninas, pensando um projeto de perodução compartilhada, foi uma experiência muito bacana,
todos os consultores, os palestrantes que vieram acrescentaram bastante na minha vida profissional.
Quanto a esse momento de produção compartilhada mesmo, foi bacana, me inspirou em várias coisas, em
vários lados, a ser também uma contadora de histórias. Eu acho que esse não é o final, é só o começo
de uma experiência muito bacana.”
Mércia

“Eu cheguei com uma proposta de fazer um roteiro para uma série de TV que tratasse do universo
feminino e me surpreendi. Foi muito além disso. Todo mundo produziu junto, cada uma dando um quê de
diferencial para a série e o produto final eu acho que será muito rico.”
Letícia

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Hora de fechar o projeto

Quatro meses se passaram desde o primeiro encontro na sala de projeção do Cinema Nosso, as aulas no SESC Santa Luzia, até o fechamento da primeira etapa do Mulheres – Da Ideia ao Projeto, uma experiência de produção compartilhada. Começamos a compartilhar nossas ideias no verão escaldante e finalizamos o projeto no inverno seco e não menos impessoal da Cidade Maravilhosa.

Mas não esfriamos com o clima. Ao contrário, o desejo de criar, escrever e ter o produto em imagens manteve o calor da convivência e da troca, o que nos motivou a preparar uma nova etapa do projeto, com menos divagação e mais produção. Temos a ideia, o incentivo e umas às outras, o que já nos vale muito, como vale.  Já podemos buscar parceiros para a sua realização.

Aprendemos muito também sobre o universo feminino. Sabemos que existe todo o tipo de mulher e de desejo, que devemos ser representadas por todas as cores, ainda que insistam em nos marcar com o rosa ou o vermelho apenas. Aprendemos que umas ainda querem casar para vida inteira, que outras querem ter muitas histórias de amor para contar e algumas querem ser livres e nem mesmo fazem planos de uma família formal, o que desespera a maioria das mães. Existem as românticas, as práticas, as pragmáticas, as milagrosas, as crentes, as sonhadoras, as desesperadas, as mal amadas, as agradecidas, as conformadas, as guerreiras, as mães, as esposas, as filhas, as tias e muito mais. Mas há uma coisa que nos une num só tipo de mulher: a vontade de ser feliz e de tornar o mundo um lugar muito melhor de se viver.

A proposta inicial era chegarmos ao final da oficina com o roteiro pronto, tendo vivenciado todo o passo a passo necessário para isso: criação do roteiro, elaboração de análise técnica, cronograma, orçamento, plano de negócios etc. Além disso, fazer um projeto idealizado, coordenado e produzido por mulheres.

Nosso trabalho chega ao seu desfecho tão naturalmente quanto todo o processo intenso e prazeroso que vivemos. No início, tínhamos a noção de que algo nos atraía. E essa atração nos fez tecer a rede que une nossa individualidade para formar o feminino comum. A série que idealizamos é o espelho do que somos, das decisões que tomamos, dos sonhos alimentados ou frustrados, do dia a dia fácil de levar ou que exige que demos socos de vez em quando. E tudo isso, sem a construção proposital de arquétipos, porque não precisamos ser comparadas. Estamos unidas, somos parecidas, mas não nos repetimos. Somos únicas e essa é mais uma lição.

Temos um argumento, 13 sinopses, um projeto, cronograma, orçamento, projeto transmídia e plano de negócios, tudo já devidamente registrado na Biblioteca Nacional. Adquirimos noções elementares de construção de roteiro, produção, orçamento, plano de negócios, captação de recursos, direito de imagens e propriedade intelectual.

Estamos prontas. Esperamos que a jornada descrita aqui possa oferecer informações suficientes para incentivar o leitor a fazer o mesmo, esteja próximo ou distante.

Além do que produzimos, temos firme e latente o desejo de nos encontrarmos novamente, de não deixar o vínculo se desfazer. Queremos ter a oportunidade de ver nossos sonhos e nossas ideias veiculados por um canal de TV. Temos pronta, já uma segunda etapa.

Nossa grande lição, depois desses meses em que não faltou angústia, mas sobrou alegria, é a de que não existe projeto em audiovisual que não possa ser realizado quando pessoas se unem e compartilham ideias e experiências. Boa sorte na sua jornada. Nós vamos seguir a nossa.

*A publicação contendo os textos sobre as palestras, construção do roteiro e nossas experiências durante o curso será disponibilizada aqui, em breve.

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O Pitching

qual será a nossa história?

Com os dados em mãos, partimos para a empreitada com entusiasmo. Sob a observação de Paula Lobato, Bárbara Mota e Pedro Salomão no papel de jurados, o pitching foi realizado numa manhã de sábado, na sala de projeção do Cinema Nosso. Seis participantes pensaram e se prepararam para os decisivos 15 minutos de apresentação das suas ideias.

Os critérios de avaliação do formato foram estabelecidos semanas antes pela coordenação do projeto, com base na consultoria de Clélia Bessa. As propostas deveriam conter detalhes sobre o formato, target, estrutura técnica – com dados para definir a viabilidade – e as multiplataformas. Desse modo, focamos em ideias direcionadas para um público feminino com mais de 25 anos, cuja personagem chave é uma consultora de beleza que traz histórias de mulheres brasileiras, num programa de 13 episódios com 15 minutos de duração.

Foram eles: Passando o Olho, de Luciana Bezerra; Fala aí, freguesa!, da Aline Damasceno; Amigos do trem, da Fabiana Fonseca; Histórias de Mulher, de Larissa Valdívia; Por um Mês, de Raquel Beatriz; e Tempos de Mulher, de Ana Okuti.

Cada uma defendeu seu projeto com unhas, dentes, argumentos e a convicção conquistada ao longo do trabalho. Falar já era um exercício natural. Os jurados ouviram e, imediatamente após as apresentações, fizeram observações sobre a construção das personagens, desenvolvimento dos roteiros, ganchos para outras temporadas e viabilidade dos projetos. Terminada a rodada, as propostas foram encaminhadas para Clélia Bessa, que nos daria o veredito na semana seguinte.

Sim, ficamos apreensivas, mas os dias passaram rapidamente. No dia da decisão, Clélia nos apresentou a ideia mais consistente. Deveríamos seguir com Amigos do Trem, que mostraria um universo comum e pouco explorado, o dos trabalhadores que utilizam os trens, e permitiria também a inserção das muitas ideias que tivemos ao longo do nosso trajeto.

Muito ainda por fazer. Mas atingimos o objetivo principal de encontrar uma ideia na qual poderíamos exercitar a nossa tão falada experiência compartilhada.

Com muitas mãos à obra, vamos botar nos trilhos esse trem de histórias!

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Voltando ao pitching…

Da pesquisa e tabulação

Fizemos todo o curso intercalando as palestras descritas aqui com construções de dois roteiros baseados no universo feminino. Mas ainda não tínhamos uma ideia aprovada pela nossa consultora de produção, Clelia Bessa, para termos êxito no trabalho de criação da série – produto resultante do projeto.

Foi aí que decidimos realizar o pitching. As alunas apresentariam suas ideias para os jurados Paula Lobato, Pedro Salomão e Bárbara Mota, escolhidos pela coordenação do Mulheres por suas experiências em roteiro e narrativas transmídia.

Mas ainda faltava algo, uma pesquisa com o público feminino que desse o substrato para a construção dos temas. E ela surgiu de uma pesquisa realizada pelo grupo de Plano de Negócios com 60 mulheres presentes no Seminário Não Violência Doméstica promovido pelo Instituto Avon, no Rio de Janeiro, em parceria com a Associação Palas Athena, de São Paulo. Essas mulheres, com idades que iam de 18 a 70 anos, nos deram as respostas essenciais para que definíssemos, afinal, qual seria o nosso universo, que profissão teria nossa protagonista e que desejos ela carregaria no peito.

Mesmo com faixa etária tão larga, os perfis se dividiam. Metade delas casadas, outra metade solteira e apenas três por cento divorciadas. Divididas também no quesito filhos: quase 40% não carregavam prole. Mas estudar era prioridade para a maioria. Quase 70% exibiam diploma de nível superior e 97% estavam empregadas. Boa parte delas carregava como bandeira a erradicação das desigualdades, preconceitos e estereótipos. Trabalhar fora e manter os cuidados com a casa era preocupação para mais da metade. Para 73%, serviços domésticos poderiam ser extintos da rotina feminina.

As participantes do seminário do Instituto Avon foram questionadas também sobre suas preferências entre programas e séries de TV. As respostam foram de Friends a CSI. Mas 72% delas não se viam representadas em nenhuma das séries a que assistiam. E a maioria gostaria de ver na tela mulheres independentes, trabalhadoras, vencedoras, desvinculadas do ambiente doméstico, mas com fortes vínculos afetivos e parceiros disponíveis.

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Propriedade intelectual e direitos autorais

Palestra de  Sérgio Branco

Produzir audiovisual, já sabíamos por experiência própria e pelo aprendizado acumulado durante todo o curso, exige jogo de cintura em muitas frentes. Entender os principais artigos da lei de direitos autorais e a propriedade intelectual é tarefa que requer pesquisa e constante atualização por parte do produtor e/ou detentor da obra.

Na palestra de Sérgio Branco, a primeira lição que aprendemos foi a de que se queremos produzir, temos de concentrar todos os direitos em nossas mãos.

Sérgio lembrou que a internet mudou nossa relação com as obras nas últimas décadas. Um simples vídeo de um bebê fazendo travessuras com a música de um cantor famoso ao fundo, quando  publicado na rede, pode render ao autor vídeo uma boa multa ou, no mínimo, anos de batalha judicial.

A propriedade intelectual se divide em Propriedade Industrial, que inclui marcas, patentes e desenho industrial, e Direitos Autorais. A Lei 9.610/98 que altera, atualiza e consolida a legislação sobre direitos autorais – a Lei de Direitos Autorais – protege, além dos autores, os direitos conexos. No Brasil, a pessoa física autora da obra pode se identificar do modo que quiser e o prazo de proteção a que tem direito, a partir do momento que a registra, é o de toda vida mais 70 anos após sua morte. Já fotografias e obras audiovisuais são protegidas por 70 anos contados a partir de sua divulgação.

Aos direitos conexos podem ser relacionados intérpretes, executantes, produtores fonográficos, direitos das empresas de radiodifusão. Os artigos mais importantes para quem produz uma obra são os 7º, 8ª, 18, 24, 29 e 46. Eles tratam desde a listagem do que é e o que não é protegido pela Lei, passando pelos direitos de quem está ligado à obra, até as limitações impostas aos autores.

 Atenção: se alguém autorizou o uso de sua obra no cinema, é só no cinema. Não pode ser reproduzida na TV, vídeo, avião ou qualquer outro lugar que não seja no cinema.

Vimos ainda que há dois tipos de direitos que caminham juntos, os morais e os patrimoniais. Os primeiros são indisponíveis, ou seja, não podem ser transferidos para outra pessoa. Já os patrimoniais permitem a exploração de uma obra pelo produtor que detenha tais direitos, por exemplo.

A lei existe, os direitos estão protegidos, mas Sérgio fez questão de lembrar que o registro de um trabalho autoral não é indispensável. Trata-se de um procedimento para fazer prova, como um indício de quem é realmente o autor, mas é importante que se tenha outras provas de quem idealizou e realizou a obra.

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O plano de negócios: um mundo em movimento

Palestra de Leonardo José

Para que serve um plano de negócios? A primeira coisa que se deve saber antes de responder a esta pergunta é que, geralmente, quem o lê são os sócios da empresa patrocinadora, equipes de colaboradores, possíveis investidores e clientes. Um plano bem elaborado pode levar um projeto, sem dificuldades, ao objetivo desejado.

O plano de negócios aumenta em 60% a probabilidade de sucesso dos negócios. Além de atrair investimento, o planejamento serve para testar o conceito do projeto, identificar riscos, definir estratégias de atuação, analisar o valor investido e o retorno econômico, financeiro ou afetivo, e orientar a equipe de gestão a monitorar as decisões da empresa.

Pós-graduado em finanças corporativas, Leonardo José afirmou que, por conta do volume de investimento na área cultural gerado pelos programas de incentivo do Governo, é preciso pensar minuciosamente no diferencial que uma ideia pode oferecer.

É preciso alinhar as expectativas com as perspectivas dos envolvidos. Falta de dinheiro e de comprometimento podem se tornar grandes problemas para quem gerencia um projeto.

Para Leonardo, a análise da probabilidade de mercado, concorrência, visão futura do serviço ou produto – por exemplo, estamos pensando numa série, mas podemos fazer um filme a partir dela –, definição do preço e listagem dos riscos são obrigatórios num plano de negócios. Nem tudo é urgente e prioritário, mas quando se faz um trabalho coletivo, as pessoas podem se desmotivar e desistir ao longo do processo.

Os procedimentos não são tão complexos, mas a organização é essencial. É necessário compor a equipe, estabelecer a estrutura, criar procedimentos e um plano detalhado de gerenciamento de pessoas. Além disso, é bom estar ciente da forma de dedução do imposto de renda de possíveis investidores.

Calcule o ponto de equilíbrio do seu projeto (quando não há prejuízo nem retorno) e estabeleça o custo de operar sem vender nem produzir.

O planejamento de uma série para TV deve conter, no mínimo, justificativa, objetivos, produtos e serviços, análise de mercado, pesquisa de público, estratégia, riscos, organização e gerenciamento do negócio. Como motivação, Leonardo sugeriu que se estabeleça uma imagem ou filosofia que guie o grupo para o futuro.

Qual é a visão do projeto? Segundo Leonardo, a diferença está aí, pois as pessoas, muitas vezes, colocam a meta no plano de negócios e esquecem a visão estratégica. Saber por que se está ali mostra que todos absorveram aquela proposta. Foi assim que ele finalizou.

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